Na noite da última terça-feira, sofrendo as agruras dos ares gélidos da serra da Estrela, o Benfica conseguiu fazer ao Sp. Covilhã aquilo que na semana anterior o Leipzig conseguira fazer ao mesmo Benfica nos 10 minutos finais do jogo na Alemanha, na Liga dos Campeões. Ou seja, dar a volta ao resultado transformando a derrota iminente num empate ao cair do pano. Talvez seja um exercício cruel, e até disparatado, comparar a disparidade dos orçamentos do Leipzig e do Benfica para explicar à luz da razão financeira o soçobrar dos campeões portugueses. Mas, pela mesma ordem de ideias, não será menos cruel, nem menos disparatado, comparar o orçamento do Benfica com o do Sp. Covilhã tendo em conta que essa disparidade não se traduziu em campo nos 10 minutos derradeiros do jogo da Taça da Liga. O Benfica, muito a custo, lá chegou ao empate na casa dos serranos graças a um pontapé certeiro do jovem Jota mas, depois disso, não voltou a criar situações que lhe permitissem chegar à vitória.
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Por Carlos Rodrigues
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