Em Pombal, o presidente da autarquia e um membro do Governo coincidiram ontem nas declarações que normalizam este empreendimento anacrónico e perigoso. De arrepiar.
O edil explicou mesmo a opção de manter os ciganos à parte com o facto de já terem ocorrido (cito da Lusa) “problemas noutros locais”, quando pessoas de etnia cigana foram viver junto de “outras pessoas” (fim da citação). É um facto que a ancestral cultura cigana mantém arestas vivas na convivência com os cidadãos não ciganos.
Mas esta realidade deve apenas tornar mais activa e musculada a política de investimento na integração. Em Pombal, ergueu-se um muro onde se pede pontes.
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Por Carlos Rodrigues
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