O talento mais do que a sorte, porque a fortuna está umbilicalmente ligada ao mérito. Um exemplo: no final da época, o Sporting foi incapaz de, pelo menos, empatar no Estádio da Luz. Perdeu o título e o acesso directo à Liga dos Campeões. Ficou entregue à sorte. Mas esta raramente premeia quem se faz depender dela quando pode seguir em frente sem a incomodar e ontem determinou a Udinese como adversário dos ‘leões’.
Os sportinguistas ferrenhos dirão que a sorte foi madrasta, mas José Peseiro tem razões para estar feliz, pois esta é a oportunidade que qualquer treinador – que esteve à beira de ganhar tudo e acabou sem nada – deseja. Para provar que está à altura das ambições do clube, para retribuir os sacrifícios que a SAD fez para satisfazer (todos) os seus pedidos e para enterrar, em definitivo, os falhanços finais da última época – continuando o seu trabalho com a tranquilidade merecida ou indo embora de Alvalade.
2. Depois da chantagem emocional feita junto dos benfiquistas na promoção da campanha de novos sócios, Luís Filipe Vieira volta a estar de parabéns pelo argumento que desencantou para justificar os falhanços no mercado do clube e, sobretudo, do responsável pelo futebol, José Veiga, que promete tubarões mas ainda só trouxe petingas.
Diz o presidente do Benfica que não admite contratar ninguém com um salário superior aos campeões. Tenham Simão e companhia esta criatividade em campo e o Benfica revalidará o título.
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Por Carlos Rodrigues
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