Existe a clara perceção que há tipos de crime com acentuada tendência para crescer – como, por exemplo, os assaltos à mão armada ao pequeno comércio. É uma forma de crime das mais perigosas. É praticada, regra geral, por inexperientes com medo –, e não há insegurança maior do que estar sob ameaça de arma empunhada por um assaltante nervoso. Este tipo de assaltos vicia: se o primeiro corre bem, fazem o segundo, e mais outro, num irreprimível encantamento pelo dinheiro fácil. Como se combate isto? Está nos livros: a prevenção só é eficaz com polícia nas ruas. Caso contrário, o próximo relatório de segurança interna será recebido com profundo pesar.
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.