Foram muitos anos – mas como se ele só tinha 41? – a vê-lo e a ouvi-lo crescer, inquieto, generoso, teimoso. Era um talento múltiplo, do jazz à canção, dos clássicos a todas as colaborações (Carlos do Carmo, Sérgio, Rui Veloso, Represas, Laginha e Burmester). Era um apaixonado da Fotografia. Era um mestre genuíno nos afectos. Era ainda um menino – o que ajudou a fazer dele um Homem que não se esquece. Até um dia destes.
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.