Miguel Alexandre Ganhão
Subchefe de RedaçãoServe esta introdução para falar do SISAB – Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas, uma iniciativa a todos os títulos louvável, transformada em púlpito político pelos diversos governantes e líderes partidários que o visitam. Foi lá que o primeiro-ministro reafirmou a ideia de que "Portugal não precisa de mais tempo nem de mais dinheiro". Paulo Portas, Assunção Cristas e António José Seguro também por lá passaram.
Quem parece arredio a este tipo de eventos é o ministro Vítor Gaspar. E é aqui que reside o meu modesto contributo. A sugestão é colar a realização do SISAB à apresentação do Orçamento de Estado, de modo a conjugar o melhor de dois mundos; as finanças do País e a qualidade dos produtos nacionais. Que imagem mais bonita seria a de Gaspar entre queijos de Nisa e da Serra da Estrela, mostrando a curva de evolução do Produto Interno Bruto. As receitas fiscais balizadas por garrafas do Douro e do Alentejo. Enfim, a economia real de braço dado com as previsões macroeconómicas.
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.