Não o pequeno volume de Mao Tse-tung, mas sim ‘História da Literatura Portuguesa’, um impressionante volume com mais de mil páginas que, por razões perdidas no tempo, existia em edição brasileira na biblioteca do meu avô materno.
A magnífica encadernação vermelha agradaria decerto aos pais da monumental obra, António José Saraiva e Óscar Lopes, que lançaram a primeira edição em 1955, enquanto o seu conteúdo era (e é) valioso para quem procurava o conhecimento, mesmo sem partilhar dos ideais comunistas dos dois autores. Com a morte do nonagenário Lopes encerra-se uma era dos grandes livros que ensinaram gerações.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.