O Benfica de hoje ameaça desbaratar o capital de confiança que os sócios depositaram na direção de Luís Filipe Vieira, vencedor incontestado das últimas eleições.
O momento da equipa de futebol sobressalta o projeto Benfica TV, agora alicerçado na transmissão dos jogos disputados na Luz. E, com isso, vem por arrasto a nuvem negra da diminuição de receitas, essenciais à sobrevivência.
A política de contratações mantém-se um mistério que os adeptos merecem ver desvendado. Os casos de Fariña e de Pizzi – um a rodar no competitivo campeonato do Dubai, o outro com 50% do passe adquirido por seis milhões de euros para logo ser emprestado – só não serão estranhos à estrutura que dirige o emblema, para todos os outros trata-se de impercetíveis bizarrias.
Mas não só.
O clube apresenta um futebol sem chama, que tem o reflexo nos resultados negativos. Depois de promessas, agora percebe-se, irrefletidas, o futuro não se apresenta risonho.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.