Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoUma quota de 30 por cento não é excessiva e é positivo que um grupo português reforce a sua posição no mercado. Mesmo com esta operação, o grupo que Belmiro de Azevedo tornou líder português da distribuição continuará 22 vezes mais pequeno do que o gigante francês Carrefour.
No entanto, há que acautelar o interesse dos consumidores e é esse trabalho que compete à autoridade liderada por Abel Mateus, que irá analisar todas as vertentes do negócio à lupa.
A forte concorrência entre os diversos operadores de distribuição alimentar contribuiu para o controlo dos preços. Os consumidores foram os principais beneficiados pelo crescimento das cadeias de distribuição alimentar, que nas últimas duas décadas revolucionaram o comércio em Portugal.
Há o perigo de em algumas áreas geográficas a concentração dos hipermercados Modelo e Continente com os Carrefour diminuir a concorrência, o que seria preocupante nu-ma altura em que há uma pressão inflacionista sobre os bens essenciais.
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