O Congresso do PSD não tem nada de especial? Sim e não. Sim, porque não se esperam momentos dramáticos de crítica ao líder e aos seus desvios ‘liberais’ ou ‘neoliberais’. De Ferreira Leite a Marcelo, sem esquecer o endiabrado Pacheco, já toda a gente sabe o que pensa o PSD ‘profundo’, televisivo e ausente dos jovens turcos que tomaram conta do tasco. Mas o Congresso serve dois propósitos que seria cegueira não ver. Em primeiro lugar, desmentir as ‘narrativas’ que o FMI e a ‘troika’ despejaram esta semana sobre a cabeça de Passos e, sobretudo, de Portas.
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Ventura é um perigo para a democracia que o PSD agora abraça.
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
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