Luís Pires da Silva
Presidente da Assembleia Geral da Associação Sindical dos Funcionários da ASAEAcredita num futuro em que se soma, sem subtrair nada a ninguém. É um otimista. Como consegue? Não pára de aumentar o número de crianças e idosos em risco. Os pais reformados tentam ajudar os filhos. A taxa de desemprego jovem é avassaladora. Espera-se um milagre para que a classe média sobreviva.
Quem consegue contrariar as adversidades que enfrentamos hoje? Individualmente ninguém. Devemos, junto das nossas comunidades, dos nossos locais de trabalho, participar ativamente, ajudando a melhorar, sem tirar nada a ninguém. Tem que haver quem acolha, quem escute. Alguém tem que deixar entrar quem se dispõe a participar.
No caso da função pública, é o governo quem tem que o fazer, seja através dos seus ministros e secretários de Estado, seja pelos diretores-gerais e chefias intermédias.
Esta crise enfrentar-se--á e ultrapassar-se-á com união, com espírito crítico, com coragem e animados pelo "Ser".
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.