Luís Pires da Silva
Presidente da Assembleia Geral da Associação Sindical dos Funcionários da ASAEO Governo pode estar a fazer muita coisa, mas garantidamente não é a reforma do Estado. Não dialoga com quem conhece a realidade do Estado, propõe cortes sem ter consciência das consequências.
A discussão e comparação entre trabalhadores do privado e da função pública só levará à divisão dos portugueses. Como se podem comparar tarefas como as funções militares, as polícias, as de investigação criminal, as de inspeção, a dos tribunais e outras, com as funções dos privados? Poderão estas funções serem desempenhadas por privados? Será desejável? Ficarão os cidadãos mais bem servidos? O que o PM anunciou foi uma vez mais cortes cegos, como a redução de 30 mil funcionários. O Estado acabará ineficiente, sem o seu normal relacionamento com os cidadãos e os investidores. Qual é o modelo de sociedade que este Governo quer para Portugal?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.