O portista Manuel Serrão, talvez o maior agitador da televisão portuguesa, papel que lhe assenta como uma luva e que interpreta na perfeição, irritou tanto o sportinguista Eduardo Barroso que este – agastado e com o mau feitio que o caracteriza – classificou o opositor como "intelectualmente repelente", expressão que fez questão de repetir, de cenho franzido, para que não ficassem dúvidas.
Foi forte? Foi. Mas Serrão ganharia o "round" seguinte, ao encarar com "fair play" o insulto, sorrindo. E dizendo para dentro: "Caíste que nem um patinho!"
Mais do que forte, foi incompreensível. Se as regras daqueles debates mandam que cada um defenda o seu emblema até à ressurreição dos mortos, para quê tamanha irritação? Divirtam-se mas é – olhem que a vida é curta.
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Por Carlos Rodrigues
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