Seria inaceitável se o País estivesse sem uma solução para o problema dos resíduos hospitalares, designadamente os classificados como perigosos. Não é o caso. Os resíduos estão a ser exportados para Espanha e para a Bélgica, uma alternativa dispendiosa mas que não põe em perigo a saúde pública. Em todo o caso, é urgente pôr de novo a incineradora a funcionar. E explicar bem o que se passou.
João Ferreira, Editor de Sociedade
A empresa estatal, que, com certeza, trabalha nos limites, deveria procurar outros meios alternativos. Talvez por isso o Ministério do Ambiente não a largue. Resta saber se, agora, a respectiva Inspecção foi avisada. Se não foi, haverá uma razão acrescida para se acabar, de uma vez por todas, com a irresponsabilidade, agravada neste caso – os resíduos são perigosos.
Ricardo Tavares, Editor de Televisão & Media
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
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