Quando se esperava que o 40º aniversário da revolução de abril tivesse sido aproveitado pelo Parlamento para enviar aos portugueses um sinal de esperança e solidariedade com um país mergulhado numa crise tão profunda, fomos confrontados, uma vez mais, com os estafados rituais de discursos de cada partido na Assembleia da República, para já nem falar da recriação da revolução feita no largo do Carmo, sob a batuta de Vasco Lourenço acompanhado por ilustres personalidades (um gesto que, a prazo, poderá trazer-nos surpresas!). De que estão à espera os nossos atores políticos com representação parlamentar (governo e oposição) para apresentar ao país um "compromisso de governabilidade", no mínimo, para os próximos 10 anos? Não sendo fácil, terá de ser, um dia, possível, se os partidos quiserem continuar a ser legitimados pelo povo para o exercício do Poder! Se os políticos não "mudarem de rumo", poderá o Povo obrigá-los a "mudar de ramo"!
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
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