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Paulo Fonte

Paulo Fonte

Chefe de Redação/Revistas

Um aluno exemplar

05 de junho de 2012 às 01:00

Já descontando a insensibilidade, o antigo director do FMI para a Europa fala de barriga cheia; em 2011, ganhou uma considerável soma livre de impostos. Sacrifícios? Um termo que não parece constar do seu livro de Português.

O agora consultor do Governo é apenas mais um técnico a não conseguir perceber a força das palavras. Já a própria directora-geral do FMI, Christine Lagarde, recebe 380 mil euros por ano livres de impostos, uma benesse devido ao seu estatuto diplomático. Suprema ironia, Lagarde criticou os gregos por fugirem aos impostos.

Perante a falta de bom senso, o cidadão comum encolhe os ombros e questiona os variáveis pesos e medidas de quem detém poder.

Decalcando um momento brilhante de um conhecido filme português, só apetece gritar: "Ó Ernestina, vamos embora. Isto é tudo uma grande aldrabice!"

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