Depois, o funcionário seria ‘recolocado’ (uma hipótese ténue) ou passaria a desempregado pleno (com subsídio, claro). Esta inominável violência, que faria as delícias de qualquer trabalhador do privado, foi recusada pelo Tribunal Constitucional.
O que implicou uma nova proposta: o funcionário público terá 40% do salário até à reforma – uma espécie de subsídio de desemprego vitalício – e poderá ainda acumular essa maquia com uns biscates no privado. Não sei o que irá dizer o TC desta nova exibição de violência. Mas sei qual seria a resposta que o dr. Passos merecia se ela fosse dirigida aos funcionários do privado: uma estátua.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Ventura é um perigo para a democracia que o PSD agora abraça.
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.