A Saúde não ganhou nada com a troca de ministros. Marta Temido era o que era, mas Pizarro não tem sido diferente. Não melhorou o atendimento às grávidas, não melhorou o atendimento nas Urgências, não melhorou a marcação de consultas em centros de saúde.
Num País doente, a Saúde está em coma e não parece haver quem a desperte para vida. A única receita é esperar. Uns desistem e vão para casa tomar um chá, outros resistem até já não saber bem o que lhes dói. Havia esperança que o órgão criado para pôr a máquina do SNS a funcionar viesse alterar o cenário, mas suspeito que já esteja a precisar de transplante. Ainda não se deu por ele nem se percebeu a sua utilidade.
Por incapacidade, mas sobretudo por razões ideológicas, o Governo tem em mãos um problema muito sério, que se arrasta dos tempos da ‘geringonça’ e a que não consegue dar resposta. Parece uma fatalidade, mas não tem que ser, tanto mais que o radicalismo do Bloco e do PCP já não contam para nada. Se não sabem tratar o problema, perguntem a quem sabe, copiem o que se faz lá fora, mas façam alguma coisa. O povo agradece.
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