O presidente da China escolheu Tianjin, a cidade que ostenta o maior PIB per capita chinês para reunir os aliados num encontro que deveria preocupar o titubeante presidente dos EUA. A 25ª cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (OCX) não é apenas a maior desde que o bloco existe. Ela acontece num contexto de forte turbulência das relações internacionais e será vista como uma resposta a Donald Trump, o principal desestabilizador do multilateralismo que, na sua ação política errante de tentar isolar a China, está a conseguir o seu contrário. Prova disso é a presença no encontro do líder indiano, Narendra Modi, que aceitou o convite de Xi Jinping e, assim, amainar as turbulentas relações entre os dois gigantes asiáticos. Ao juntar ainda Vladimir Putin, Recep Erdogan, Masoud Pezeshkian e o secretário-geral da ONU, António Guterres, Pequim deixa um recado claro a Trump, mas também à Europa: Há um multilateralismo não ocidental que se reforça como resposta aos desvarios de Washington. Antes de propor um ‘ganbei’ (brinde em chinês) no final do primeiro encontro, Xi lembrou que a OCX “tem uma responsabilidade ainda maior de manter a paz e a estabilidade regionais” declarando-se um “parceiro fiável” da ONU, depois de ter escutado Guterres criticar formas de fazer política mais próximas do “espetáculo” do que de “esforços diplomáticos sérios”.
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