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Correio da Manhã

Política
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Marcelo Rebelo de Sousa condena ataque em sinagoga dos EUA

Ataque é uma "expressão inaceitável de intolerância religiosa e antissemitismo", refere Marcelo Rebelo de Sousa.
29 de Outubro de 2018 às 21:18
Tiroteio nos EUA faz onze mortos. Atirador foi detido na sinagoga
Tiroteio nos EUA faz onze mortos. Atirador foi detido na sinagoga
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
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Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
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Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condenou esta segunda-feira o ataque numa sinagoga em Pittsburgh, nos Estados Unidos, que causou a morte de 11 pessoas, considerando que se tratou de uma "inaceitável intolerância religiosa".

A ataque é uma "expressão inaceitável de intolerância religiosa e antissemitismo", refere Marcelo Rebelo de Sousa, numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República.

O Presidente da República expressou as suas "sentidas condolências e a solidariedade do povo português", condenando o "bárbaro ataque".

Onze pessoas foram mortas e seis ficaram feridas no mais grave ataque antissemita na história recente dos Estados Unidos, ocorrido na sinagoga "Tree of Life" em Pittsburgh (nordeste), no sábado.

Um juiz federal norte-americanos decretou esta segunda-feira prisão sem fiança para o autor do massacre na sinagoga de Pittsburgh, que compareceu pela primeira vez em tribunal acusado de crimes de ódio pelo assassínio de 11 pessoas.

O juiz decidiu aceitar o pedido do ministério público para que Rob Bowers permaneça na prisão sem fiança enquanto decorrer o seu julgamento, por considerar que o arguido representa um perigo para o resto da população.

Robert Gregory Bowers, ferido pela polícia no tiroteio que levou à sua detenção, teve alta hospitalar esta segunda-feira de manhã e compareceu de cadeira de rodas no tribunal perante o qual responderá por um total de 29 acusações: 11 por assassínio de pessoas que estavam a exercer o seu direito à liberdade de culto, 11 por uso de arma de fogo para cometer assassínio e outras sete relacionadas com o tiroteio entre o acusado e as autoridades.

O ministério público recordou no pedido para que o acusado permanecesse na prisão que estes crimes são puníveis com pena de morte.

Enquanto disparava, no passado sábado, de forma indiscriminada sobre as pessoas que se encontravam na sinagoga de Pittsburgh, no Estado da Pensilvânia, Bowers gritou que era preciso "matar todos os judeus", mensagem antissemita que levou o ministério público a classificar o ato como um crime de ódio.

Rob Bowers entrou na sinagoga da Congregação da Árvore da Vida armado com uma espingarda semiautomática AR-15 e três pistolas Glock 57 e abriu fogo indiscriminadamente sobre os presentes que naquele momento assistiam a um batizado.
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