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Correio da Manhã

Portugal
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Ex-diretor da Polícia Judiciária Militar ouvido no DCIAP

Coronel está em prisão preventiva desde 25 de setembro, no âmbito da Operação Húbris.
23 de Outubro de 2018 às 11:10
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, à chegada do DCIAP
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, à chegada do DCIAP
Luís Vieira, ex-diretor da PJM
Coronel Luís Vieira, diretor da Polícia Judiciária Militar
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, à chegada do DCIAP
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, à chegada do DCIAP
Luís Vieira, ex-diretor da PJM
Coronel Luís Vieira, diretor da Polícia Judiciária Militar
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, à chegada do DCIAP
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, à chegada do DCIAP
Luís Vieira, ex-diretor da PJM
Coronel Luís Vieira, diretor da Polícia Judiciária Militar
O ex diretor da Policia Judiciária Militar, coronel Luís Vieira, começou a ser ouvido esta terça-feira de manhã no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), a pedido dos procuradores responsáveis pelo processo da recuperação das armas de Tancos.

Luís Vieira, que se encontra em prisão preventiva no âmbito deste processo, chegou as instalações do DCIAP às 09h45 numa viatura militar proveniente do Presídio Militar de Tomar.

À entrada para o interrogatório, o seu advogado, Rui Baleizão, disse aos jornalistas que não ia entregar qualquer documento aos procuradores, e que ambos estavam no DCIAP "para aquilo que for necessário", acrescentando que desconhece o motivo pelo qual foram chamados.

Luís Vieira está em prisão preventiva desde 25 de setembro, no âmbito da Operação Húbris, que investiga o caso da recuperação das armas furtadas em Tancos.

A Polícia Judiciária deteve ainda outros três responsáveis da PJM, um civil, e três elementos do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Loulé.

Segundo o Ministério Público, em causa estão "factos suscetíveis de integrarem crimes de associação criminosa, denegação de justiça, prevaricação, falsificação de documentos, tráfico de influência, favorecimento pessoal praticado por funcionário, abuso de poder, recetação, detenção de arma proibida e tráfico de armas". O furto de material militar dos paióis de Tancos - instalação entretanto desativada - foi revelado no final de junho de 2017.

Entre o material furtado estavam granadas, incluindo antitanque, explosivos de plástico e uma grande quantidade de munições.
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