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Dor e revolta no adeus às vítimas de tragédia de Tondela

Centenas de pessoas, na despedida às vítimas, ouviram bispo apelar à fé e à resignação.

17 de janeiro de 2018 às 01:51

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A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
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A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
A despedida às vítimas do fogo em Tondela
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A despedida às vítimas do fogo em Tondela
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Dor e revolta no adeus às vítimas de tragédia de Tondela

Lágrimas, muitas lágrimas, e revolta. Foi assim que a população se despediu esta terça-feira de Maria Máxima, Sérgio Santos e Anselmo Abreu. A igreja foi pequena para centenas de pessoas que chegaram a Vila Nova da Rainha de várias freguesias do concelho de Tondela. Altifalantes ajudavam a que se ouvisse a homilia, presidida pelo bispo Ilídio Leandro, de Viseu.

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funerais

"Deus poderia ter evitado esta tragédia? Poderia. Mas Deus não altera as regras do Mundo", continuou o bispo, que apelou à fé e à resignação.

Na igreja, a menos de 200 metros do local da tragédia, onde sábado à noite morreram oito pessoas esmagadas (38 ficaram feridas), ao fugirem do incêndio na associação recreativa, o momento foi de dor. O bispo Ilídio Leandro falou do que estava à vista. A solidariedade. "Triste acontecimento e sofrimento que provoca união, aproximação e entreajuda entre as populações", disse. E em frente à igreja eram muitos os que prestavam a solidariedade.

"Vivemos os incêndios. Perdemos amigos, muitos de nós perdemos tudo e, agora, isto. Viemos porque esta é uma dor de todos", disse um morador de uma localidade vizinha. Muitos sobreviventes também não faltaram. Cidalina Abreu, que foi internada no primeiro dia e que só esta terça-feira viu o marido, também ele ferido, regressar a casa, esteve também esta terça-feira nos funerais.

"Tive sorte. Sobrevivemos mas nem sei bem como. Foi um terror", contou ao CM a mulher que esteve mais de meia hora com várias pessoas sobre ela. "Caímos uns em cima dos outros. O meu marido ficou por baixo. Salvámo-nos os dois, mas foi um milagre", recorda.

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