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Correio da Manhã

Portugal
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Comandos regressam à base após missão das Nações Unidas na República Centro-Africana

Portugueses expulsaram grupo guerrilheiro que massacrou 50 pessoas.
Sérgio A. Vitorino 27 de Junho de 2019 às 08:18
Militares que expulsaram guerrilheiros estão em missão das Nações Unidas
Militares portugueses na República Centro-Africana
Militares portugueses na República Centro-Africana
Militares que expulsaram guerrilheiros estão em missão das Nações Unidas
Militares portugueses na República Centro-Africana
Militares portugueses na República Centro-Africana
Militares que expulsaram guerrilheiros estão em missão das Nações Unidas
Militares portugueses na República Centro-Africana
Militares portugueses na República Centro-Africana
Os Comandos que estão em missão das Nações Unidas na República Centro-Africana (RCA) terminaram a missão de perseguição a meia centena de dissidentes do grupo armado 3R que, em meados de maio, massacrou 50 pessoas na cidade de Bocaranga.

Os assassinos terão fugido dos capacetes azuis portugueses para o Chade.

O líder desse grupo armado, Abbas Sidiki, acedeu a regressar às negociações com a ONU, União Africana e governo da RCA. A missão prolongou-se por um mês e os militares portugueses chegaram esta quarta-feira após uma viagem de 500 km em três dias por estrada, à sua base principal em Bangui.

A Força Nacional Destacada, com outros militares do Exército e controladores táticos avançados da Força Aérea, atuou em Letele, Boukaya e Bohong.

Os assassinos fugiram conforme a tropa foi avançando. Na missão, num abastecimento de combustível, o despiste de um blindado ligeiro feriu gravemente o soldado Aliu Camará, que teve as pernas amputadas e foi retirado para Lisboa, onde está internado.

Esta quarta-feira, o Exército projetou para a RCA mais um blindado Pandur (segundo esta semana) com controlo remoto da metralhadora, que vai reforçar a proteção da força.

Fica com oito Pandur na RCA.
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