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Correio da Manhã

Portugal
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Detetive britânico acredita que "Maddie está viva e ainda está em Portugal"

David Edgar defende tese de que a menina vive com sequestrador na região do Algarve.
3 de Outubro de 2018 às 11:48
Maddie McCann
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"É um caso desconcertante, mas acredito que tenha solução", começa por dizer David Edgar, um detetive privado que trabalhou no caso do desaparecimento de Madeleine McCann, vista pela última vez em maio de 2007, num aldeamento turístico em Lagos, no Algarve. O polícia, que foi contratado pelos pais da menina, Kate e Gerry McCann, acredita que a criança ainda está viva e que muito provavelmente ainda está em Portugal.

"Há pessoas por aí que sabem perfeitamente o que aconteceu. A melhor esperança que podemos ter é de que a consciência de alguém seja atingida. Pode ser que a pessoa responsável pelo sequestro de Maddie faça uma confissão quando estiver às portas da morte, ou então que alguém próximo de si e que saiba a verdade se adiante", disse David em exclusivo ao jornal The Sun.

O detetive acredita que a menina ainda está em Portugal. "As hipóteses de ela ter sido levada para o estrangeiro sem ter sido detetada é altamente improvável. Existe alguém em Portugal que sabe onde é que ela está", adianta. Para David Edgar, a teoria mais sólida é de que a menina, que teria hoje 15 anos, ainda esteja a viver com o sequestrador numa região do interior do Algarve.

Oficialmente, acabou este domingo a verba disponível para a operação Grange. Ao fim de sete anos, a investigação das autoridades inglesas ao desaparecimento de Madeleine McCann da praia da Luz, – depois de receber mais de 13 milhões de euros (11,6 milhões de libras) – aproxima-se do fim sem produzir qualquer resultado.

Sobre a situação, o Home Office (Ministério da Administração Interna inglês) referiu, na semana passada, que os gastos com operações especiais podem ser pagos retroativamente, pelo que a investigação pode continuar. Mas, ao contrário do que fez em situações anteriores, não anunciou a aprovação de um novo financiamento antes da verba disponível chegar ao fim.
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