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Militares portugueses em reencontro emocionado com as famílias após missão em África

Paraquedistas regressaram da República Centro-Africana após meses de combate de "alta intensidade".

12 de março de 2019 às 01:20
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Militares portugueses recebidos pelas famílias emocionadas

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A 4.ª Força Nacional Destacada, composta maioritariamente por militares paraquedistas, regressou esta terça-feira a Portugal. A 5.ª força partiu de manhã do aeródromo militar de Figo Maduro, em Lisboa, representando o regresso dos Comandos àquele teatro de operações.

Os 180 militares portugueses foram recebidos pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e dezenas de famílias que esperaram horas para receber estes paraquedistas.

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Militares portugueses regressam a Portugal após missão na República Centro-Africana

O Hino Nacional de Portugal foi entoado a plenos pulmões pelos militares no aeródromo militar de Figo Maduro.

Os militares e as suas famílias reencontraram-se em momentos verdadeiramente emocionantes no aeródromo da capital. Lágrimas e abraços marcaram a chegada dos paraquedistas.

Comandante da 4.ª força na República Centro-Africana destaca "resultados positivos" da missão

O empenhamento da 4.ª FND ficou marcado por mais de 70 horas de combates de "alta intensidade", segundo o EMGFA, que destacou duas operações militares de "grande envergadura".

Ao todo, os militares portugueses estiveram projetados em Bambari, a cerca de 400 quilómetros da capital, Bangui, onde se localiza o quartel-general da Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização na República Centro-Africana (MINUSCA), cujo 2.º comandante é o major-general do Exército português Marco Serronha.

Das operações realizadas resultaram onze ações de contacto com grupos armados, sendo que cinco tiveram origem em "ações de combate planeadas e executadas pelos capacetes azuis portugueses", para proteger civis inocentes, bem como para repelir os grupos armados da cidade de Bambari.

"Os restantes incidentes foram resultado de reações a flagelações ou emboscadas. No final foram contabilizadas mais de 70 horas em ações de combate de alta intensidade", é referido no comunicado do EMGFA.

Em 06 de fevereiro, foi assinado em Bangui um acordo de paz entre o Governo e 14 milícias.

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