Na quarta-feira a Proteção Civil ter admitiu fragilidades no abastecimento destas aeronaves.
O ministro da Defesa Nacional disse esta sexta-feira que os helicópteros Black Hawk da Força Aérea serão uma "ajuda acrescida" no combate aos incêndios, depois de na quarta-feira a Proteção Civil ter admitido fragilidades no abastecimento destas aeronaves.
"Ainda bem que em 2026 nós vamos contar com mais meios do que existiam em 2025, nomeadamente com estas máquinas que são extraordinárias, são polivalentes e serão uma ajuda acrescida", afirmou Nuno Melo, em Leiria, num ponto de situação sobre o trabalho do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO).
O CIPO, inicialmente instalado numa viatura da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil nos Bombeiros Sapadores de Leiria e agora numa sala da mesma corporação, tem como finalidade a remoção do material combustível acumulado pelas tempestades, a limpeza de áreas críticas, a reabertura de caminhos e a melhoria de acessos.
A redução do risco de incêndio rural antes do verão, num ano em que há milhares de árvores caídas devido às tempestades, é o que Governo pretende com esta estrutura, que envolve os ministérios da Administração Interna, Defesa e Agricultura e Mar.
Há um mês, na apresentação do CIPO, Nuno Melo anunciou que as Forças Armadas vão ter este ano helicópteros Black Hawk e aviões C-130 empenhados no combate aos incêndios, com militares treinados para os pilotar.
Na quarta-feira, o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, admitiu que, entre as fragilidades encontradas no exercício europeu que decorreu em Viseu está o abastecimento aos helicópteros Black Hawk da Força Aérea, sendo necessário fazer um ajuste.
Confrontado com esta situação, Nuno Melo afirmou que os Black Hawk "são máquinas fantásticas", destacando que "há quem entenda até que são mais precisas que outras no lançamento de água, desde logo, para combate aos fogos florestais".
O governante adiantou que serão dois, para já, os helicópteros Black Hawk a operar, "num número que está a crescer, com pilotos que estão a ser formados, com a competência, capacidade de planeamento, de organização e eficácia na execução que as Forças Armadas, normalmente, demonstram em tudo aquilo que são missões que lhes são pedidas".
O ministro realçou ainda que "as Forças Armadas não estão empenhadas apenas com estes dois helicópteros" no combate aos incêndios, mas estão a "crescer em capacidades" que ficam colocadas à disposição da população, adiantando que o ministério "investiu já na aquisição de 'kits' de incêndios que estão a ser instalados em aeronaves C-130 e que, no final de 2026, início de 2027, serão mais um meio complementar de apoio".
"Foi por nós aprovada a resolução que levou à aquisição de duas aeronaves Canadair, bombardeiros pesados, muito eficazes, mas, enfim, com muita procura e que estarão prontos a partir de 2029", referiu.
Por outro lado, o ministro da Defesa salientou, este ano, "o empenhamento dos três ramos das Forças Armadas" numa base de complementaridade, em ações em vários municípios, "com patrulhas em terra, do Exército e da Marinha, com o empenhamento também de meios aéreos", incluindo drones, importantes na vigilância e na dissuasão.
Segundo Nuno Melo, "as Forças Armadas estão a dar tudo o que têm, com os meios que podem, com a competência que lhes é reconhecida e, independentemente daquilo que suceda, com a consciência tranquila de que mais não poderiam ter feito".
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.