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Pai e madrasta filmados a lavar roupa após matarem Valentina

Suspeitos não contestaram acusação. Começam a ser julgados a 17 de fevereiro. Deixaram menina a agonizar durante mais de dez horas após o brutal espancamento

29 de dezembro de 2020 às 01:30

O julgamento do casal pelo homicídio da menina está marcado para 17 de fevereiro, no Tribunal de Leiria. Os primeiros a serem ouvidos são os arguidos, seguindo-se as testemunhas de acusação. O julgamento vai decorrer durante todo o dia e a primeira a testemunhar é Sónia Fonseca, a mãe de Valentina. À PJ, a mulher disse que pouco falava com a filha - depois daquela ter ido para casa do pai - porque a criança não gostava de falar ao telefone. Negou, no entanto, que a menor fosse vítima de abusos e disse mesmo desconhecer qualquer suspeita de contactos sexuais.

Tese diferente têm os arguidos: Sandro e Márcia concordam na versão de que foi a ex-ama da criança quem deu conta de que a menina era alvo de abusos sexuais. Segundo Sandro, Valentina “permitia-o”, a troco de presentes. E foi por isso que o arguido a espancou - foi esta a primeira versão apresentada - ou que a mulher a torturou - foi o que disse quando já estava preso preventivamente.

A ex-ama vai ser inquirida, tal como o irmão de Sandro, que agora acolheu as duas filhas deste com Márcia. O dono da farmácia onde o casal se dirigiu na mesma tarde em que Valentina agonizava em casa também será ouvido. O julgamento tem já uma segunda data marcada, a 3 de março, dia em que deverão ser ouvidos os elementos da Polícia Judiciária. Sandro e Márcia arriscam 25 anos de cadeia, a pena máxima no nosso país.

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