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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

Polícias viram amantes homicidas de Alverca feridos e com sangue

Suspeito assume sozinho assassinato com 26 facadas, mas agentes implicam viúva.

19 de maio de 2026 às 01:30

Bas Ruijter voltou esta terça-feira a assumir no tribunal de Loures ser o autor do homicídio de Filipe Jorge, morto com 26 facadas numa garagem em Alverca, em fevereiro de 2024. Justificou o ato com um acesso de fúria e ciúme, garantindo que Sílvia Rosa (mulher de Filipe e amante de Bas) nada fez naquele momento. Mas quatro agentes da PSP que estiveram no local do crime implicaram a viúva, mesmo que de forma indireta, no crime.

Em depoimentos separados, todos assumiram ter visto tanto o jovem neerlandês e Sílvia com "sangue nas mãos e na roupa e vários ferimentos". O casal já tinha, no momento da chegada das autoridades, "usado uma torneira para lavar alguns vestígios". "Estavam apáticos, pareciam traumatizados, não consegui dialogar logo com eles", acrescentou um dos polícias. Outro disse que Bas "estava em pânico e Sílvia desesperada". "Sílvia tinha um corte num dedo, Bas a mão inchada e a marca de uma dentada", acrescentaram os elementos policiais, que foram os primeiros a chegar ao local.

A faca do crime "estava ainda com sangue, pousada em cima do capot, ao lado do corpo e de uma poça de sangue". 

Outro agente, que esteve na casa da família no dia em que Filipe Jorge saiu de casa, 12 dias antes do crime, admitiu que a vítima "tinha medo de Sílvia e por isso pediu ajuda à PSP para tirar os seus bens" e que esta "não queria que ele saísse de casa". Filipe Jorge já tinha feito uma queixa anterior por violência doméstica.  

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