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Presidente da Associação de Sargentos fala sobre reativação da Brigada de Trânsito da GNR 20 anos depois de extinta

Ricardo Rodrigues considera que extinção "foi um erro crasso na prevenção rodoviária".

16 de abril de 2026 às 01:30

O Presidente da Associação de Sargentos da GNR fala sobre o regresso da Brigada de Trânsito da GNR, anunciado pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, esta quarta-feira, 20 anos depois de ter sido extinta. 

Como é que a associação encara o regresso da Brigada de Trânsito da GNR?

Com regozijo. A extinção da Brigada de Trânsito (BT) da GNR foi um erro crasso na prevenção rodoviária, que trouxe 20 realidades de trânsito em Portugal, após a criação de outros tantos destacamentos de trânsito. A centralização de comando da BT fazia com que, por exemplo, a avaria de uma viatura com radar num destacamento, fosse solucionada com outra de um destacamento ao lado.

O que falta para que a BT regresse realmente?

Se o Governo quiser uma nova designação para a unidade, e para o dispositivo que agora existe, terá de haver uma alteração da lei orgânica da GNR, a aprovar no Parlamento. Se quiser reestruturar a Unidade Nacional de Trânsito atual, é só agrupar os 20 destacamentos de trânsito. Queremos regresso à antiga designação da BT.

Que papel poderão ter os sargentos na futura unidade?

Há um défice de 60 sargentos no dispositivo de trânsito. Já comunicámos à hierarquia e ao Governo. Não pode haver reativação da BT sem número suficiente de sargentos. 

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