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Saem em liberdade os militares da GNR e o PSP suspeitos de exploração de imigrantes no Alentejo

Três dos arguidos da operação "Safra Justa" ficaram em prisão preventiva.

29 de novembro de 2025 às 18:40
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Militares da GNR e agente da PSP recebiam 400 euros ao fim de semana para vigiar imigrantes escravizados em Beja

Ficam em prisão preventiva três dos 17 arguidos na operação "Safra Justa" que decorreu em Beja. Os militares da GNR e agente da PSP suspeitos de encobrirem a rede de tráfico de imigrantes no Alentejo saíram em liberdade, este sábado.

Dez dos 17 arguidos já tinham sido libertados com termo de identidade e residência e este sábado o tribunal aplicou as medidas de coação aos restantes sete. Quatro deles saíram em liberdade, indiciados por auxílio à imigração ilegal e proibidos de contactar as vítimas.

Para o tribunal não foram valoradas quase todas as escutas por não estarem transcritas.

O tribunal entende que não existem evidências de crimes para todos os suspeitos indiciados por crimes apenas com base nas escutas não transcritas.

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