page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Reaberta para todos os veículos estrada junto aos cais da Foz em Sabrosa após tempestades

Na sequência do mau tempo, foi detetada uma fissura e um abatimento do piso no local, o que levou a que, por uma questão de segurança, a via fosse cortada ao trânsito em fevereiro.

15 de abril de 2026 às 12:19

A estrada no cais fluvial da Foz, no rio Douro, em Sabrosa, reabriu a todo o tipo de veículos depois de ter estado condicionada em consequência do comboio de tempestades que afetou o país, foi esta quarta-feira divulgado.

A presidente da Câmara de Sabrosa, Helena Lapa, disse que a estrada que liga a zona do Pinhão a Covas do Douro e serve, para além da população, diversas quintas de produção de vinho e de enoturismo, foi reaberta segunda-feira a todo o tipo veículos, terminando assim os constrangimentos que se verificaram nos últimos tempos naquele local.

"Estava a causar um transtorno imenso", salientou a autarca que explicou que, na sequência do mau tempo, foi detetada uma fissura e um abatimento do piso no local e que, por uma questão de segurança, a via foi cortada ao trânsito em fevereiro.

Entretanto, após a melhoria das condições meteorológicas, a situação desagravou e o município e a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) decidiram reabrir a estrada, primeiro para viaturas ligeiras e, agora, a todos os veículos, nomeadamente os autocarros turísticos que ali costumam estacionar.

Câmara e APDL estão também a discutir novas soluções de segurança e mobilidade para fazer face aos constrangimentos há muito identificados no Cais da Foz, que serão apresentadas e concretizadas em breve.

O comboio de tempestades afetou em fevereiro o concelho do sul do distrito de Vila Real provocando, segundo Helena Lapa, cerca de 200 mil euros de prejuízos em infraestruturas públicas, mas à volta de dois milhões de euros de danos em privados, designadamente em taludes, muros e socalcos em vinhas durienses.

A passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metade das mortes foi registada em trabalhos de recuperação.

Os temporais que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Boa Tarde

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8