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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Produtora recusa ajuda de 130 mil euros

Empresa de Nuno Artur Silva queria apostar na internacionalização.

17 de junho de 2015 às 09:15

As Produções Fictícias (PF), sob a liderança de Nuno Artur Silva, agora administrador da RTP, pediu apoios europeus e ia receber 130 mil euros. Mas depois recusou, porque "os fundos cobriam apenas 40% do valor total do investimento", explica ao CM Gonçalo Félix da Costa.

O atual diretor-geral da empresa diz ao CM que a mudança da sede da produtora de Lisboa para o Algarve e depois para o Alentejo, conforme avançou a ‘TV Guia’, e o pedido de apoio à AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) tiveram por objetivo a "internacionalização". "Tentámos arranjar uma forma de fazer conteúdos para internacionalizar as PF. Mas os apoios não cobriam a totalidade da necessidade do investimento e não avançámos, é só isso", disse a propósito da rescisão do contrato com a AICEP. A agência deu um apoio de 288 mil euros, mas só 130 mil foram considerados como incentivo legítimo.

Ao CM, a AICEP confirma a candidatura, mas diz que as PF "não têm qualquer matéria pendente junto da Agência". A empresa ia também candidatar-se aos apoios do QREN. Em comunicado, a produtora disse "não ter recebido dinheiro público".

Contactado, Nuno Artur Silva [que ainda não vendeu a sua quota nas PF] recusou fazer quaisquer comentários.

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