Bebés esquecidos
Criemos estratégias. E redundâncias. Que estes casos nos ensinem a reduzir os “bebés esquecidos”
Criemos estratégias. E redundâncias. Que estes casos nos ensinem a reduzir os “bebés esquecidos”
O mimo não faz mal a ninguém, pelo contrário. Ter avós deveria ser um dos direitos das crianças!
É preciso devolver atividades lúdicas e rotinas às crianças.
Que terá acontecido entre a mãe e o pai biológico dos pequenos Zacharie e Barthélémy?
Tinha no vinho do Porto um dos néctares que mais apreciava.
Bater num adulto é um crime, bater num animal é crueldade. Bater numa criança é um ato educativo?
Quem está fechado 24 horas acaba por ceder a pressões.
A tutela age como Pilatos: lava as mãos!
Será necessário lembrar o flagelo dos maus-tratos infantis? Do trabalho e pobreza infantis? Da violência escolar?
A probabilidade destas crianças desenvolverem perturbação pós stresse traumático ou outras perturbações psicológicas é enorme.
Quando os políticos se aconselham com especialistas devem levar isso a sério. E não me parece que o tenham feito.
Mesmo um otimista esperançoso e amante da paz e da justiça como eu, admito que os tempos que vivemos não são bons e tiram-nos o ânimo e a esperança.
A deliquência juvenil, que tem vindo a crescer desde 2011, aumentou 15,5%.
Educação é Paixão para governos. Se não fosse, nem imagino o que seria...
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