O Interior e a urgência das palavras presidenciais
O Interior não pode continuar a ser visto como periferia, mas como parte integrante de um todo.
O Interior não pode continuar a ser visto como periferia, mas como parte integrante de um todo.
A incerteza nos recursos compromete o planeamento e fragiliza a capacidade de investimento.
Ausência de políticas territoriais consistentes contribuiu para acentuar o fosso entre Litoral e Interior.
Transformar desafios globais em oportunidades nacionais exige coragem e compromisso.
O desafio continua a ser aumentar a oferta acessível, especialmente para jovens e famílias com rendimentos médios e baixos.
Portugal precisa de instituições competitivas, capazes de afirmar o País no espaço europeu do conhecimento.
Presto homenagem a todas as mulheres que ousaram “ocupar lugares tradicionalmente de homens”.
Portugal revela um padrão persistente de concentração de poder e recursos, com impactos visíveis.
António José Seguro saberá exercer a presidência com sentido de missão e espírito agregador.
Norte enfrenta desafios que não podem ser ignorados, como o envelhecimento e a perda de população no Interior.
Inscrever milhões assentes em financiamentos incertos fragiliza a credibilidade da gestão pública.
Avaliação deve depender da qualidade das ideias, da capacidade de resposta aos desafios e da ousadia das escolhas.
Garantir um acesso justo à energia é criar condições para que o interior seja um espaço de vida atrativo e sustentável.
O meu desejo é que Portugal possa beneficiar de estabilidade governativa.
Há 2 minutos
Há 6 minutos
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