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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Angel Olsen leva rock intimista a Lisboa e ao Porto

Cantora norte-americana atua dia 23 no Capitólio, em Lisboa, e no dia seguinte no Hard Club, no Porto.

23 de janeiro de 2020 às 16:00

"A cantora que escreve mantras para almas cansadas." Foi assim que a conceituada revista ‘Pitchfork’ se referiu a Angel Olsen para falar do seu último disco, ‘All Mirrors’, lançado em outubro do ano passado e que este mês é apresentado em Portugal.

O disco, a que a revista ‘Q’ chamou de "novo e nostálgico, acessível e excêntrico", pode ser escutado dia 23 deste mês no Capitólio, em Lisboa, e no dia seguinte, a 24, no Hard Club, no Porto.

Nascida em St. Louis, no Missouri (EUA), a 22 de janeiro de 1987, é uma das mais originais e inusitadas cantoras do novo rock independente. Conta-se que em miúda já queria ser uma estrela pop, mas a adolescência acabou por a desviar para outros lados da música, nomeadamente para o punk.

Não levou muito a que aprendesse a tocar guitarra e começasse a escrever as suas próprias canções. Começou por abraçar o folk, mas hoje dedica-se a um rock mais introspetivo, por vezes intimista, por outras ruidoso, muito à sua maneira.

A norte-americana que já passou por Portugal, que conhece Zeca Afonso e Amália Rodrigues e que até já experimentou a guitarra portuguesa, regressa assim a um país onde já foi feliz para escrever nova página de um romance intenso com os fãs portugueses.

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