page view

“Inovador”, “colossal” e “injustiçado”: morte de António Lobo Antunes deixa o mundo de luto

Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, classificou António Lobo Antunes como um “escritor imortal”.

06 de março de 2026 às 01:30

A morte de António Lobo Antunes deixou o mundo de luto. Para a escritora Lídia Jorge “não houve nenhum escritor contemporâneo entre nós que tenha tido a força inovadora que ele teve”, enquanto José Jorge Letria, presidente da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) fala de um “autor resistente, ficcionista notável e um cronista excecional”.

O Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, classificou António Lobo Antunes como um “escritor imortal”. Já Lopito Feijó, secretário-geral da União dos Escritores Angolanos, diz que Lobo Antunes morre “muito injustiçado” pela Academia Nobel. Na imprensa internacional, O jornal espanhol ‘El País’, chama ao escritor o “colosso da literatura portuguesa”, enquanto o ‘El Mundo’ o descreve como “o último guerrilheiro da literatura portuguesa”. Em França, o jornal ‘Le Monde’ recorda o “trabalhador incansável, autor prolífico com uma imaginação fértil e fervoroso defensor da liberdade de expressão”. 

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8