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Correio da Manhã

Desporto

Doyen exige dois milhões de euros ao Sporting

Fundo avançou com processo sumário para obter dinheiro previsto na sentença do Tibunal Arbiral do Desporto na Suíça.
Filipe António Ferreira e Pedro Neves de Sousa 22 de Março de 2018 às 20:48
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho
O fundo de jogadores Doyen Sports deu esta quinta-feira entrada a um processo de "execução sumária" contra o Sporting, exigindo 2,035 milhões de euros.

Em causa está ainda o processo litigioso entre a SAD leonina e o ex-jogador Zakaria Labyad. Os leões tinham sido condenados pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) a pagar essa verba à Doyen, no processo que envolvia ainda Marcos Rojo (dívida entretanto já resolvida). O Sporting corre agora o risco de ver a UEFA reter o valor em dívida, tal como já tinha acontecido no caso do futebolista argentino.

No portal da Justiça Citius pode confirmar-se que a ação da Doyen deu ontem entrada no Tribunal Judicial de Lisboa.

Zakaria Labyad chegou ao Sporting em 2012, proveniente do PSV Eindhoven, da Holanda. Na primeira temporada fez 27 jogos pelos leões mas na época seguinte, já com Bruno de Carvalho como presidente, não jogou de leão ao peito, sendo emprestado aos holandeses do Vitesse até ao verão de 2015.

De regresso ao Sporting, alinhou pela equipa B, sendo depois emprestado ao Fulham (Inglaterra) até ao final dessa mesma temporada. Em agosto de 2016, clube e jogador rescindiram o contrato. O marroquino, de 25 anos, joga atualmente no Utrecht, da Holanda.

No caso da saída de Marcos Rojo para o Manchester United em 2014, a dívida à Doyen Sports já foi saldada na totalidade, como consta no último relatório e contas do emblema de Alvalade. Fonte do Sporting, contactada pelo CM, disse que o departamento jurídico do clube está já a analisar o processo.

Bruno questiona papel do TAS em relação a contratos
"Tivemos um problema com um contrato e tivemos de ir ao Tribunal Arbitral do Desporto. Porque é que problemas com companhias como a Doyen não podem ser resolvidos em tribunais?", questionou Bruno de Carvalho no fecho do congresso ‘The Future of Football’, no pavilhão João Rocha.

Deixou ainda uma pergunta em jeito de crítica: "Será que o CD vai castigar os oradores que estiveram aqui?"
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