Tribunal recusa-se a prender pirata Rui Pinto

Domiciliária mantém-se contra vontade do Ministério Público.
Por Daniela Polónia e Tânia Laranjo|14.02.19
O tribunal de segunda instância húngaro rejeitou mandar o pirata informático Rui Pinto para prisão preventiva e manteve-o em prisão domiciliária.

Em causa estava o recurso do Ministério Público da Hungria, que pretendia que o português aguardasse na cadeia a decisão sobre o processo de transferência para Portugal.

Segundo o acórdão, o tribunal considera que o risco de fuga é mínimo e explica que Rui Pinto, suspeito de roubar os emails do Benfica, vive no mesmo apartamento em Budapeste desde maio de 2017.

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