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Correio da Manhã

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Independentistas catalães endurecem protestos

Manifestantes cortaram estradas e tentaram bloquear acesso à maior estação ferroviária de Barcelona.
Ricardo Ramos 28 de Março de 2018 às 09:00
Manifestantes independentistas cortaram autoestrada junto à fronteira francesa e tiveram de ser desalojados pela polícia antimotim
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas cortaram autoestrada junto à fronteira francesa e tiveram de ser desalojados pela polícia antimotim
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas cortaram autoestrada junto à fronteira francesa e tiveram de ser desalojados pela polícia antimotim
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas em Barcelona
Manifestantes independentistas cortaram esta terça-feira várias estradas na Catalunha e tentaram bloquear o acesso à principal estação ferroviária de Barcelona, num endurecimento dos protestos contra a prisão de Carles Puigdemont na Alemanha.

Numa ação concertada através das redes sociais, centenas de membros dos autodenominados ‘Comités de Defesa da República’ invadiram ao início da manhã a autoestrada AP-7, que liga a Catalunha a França, e cortaram o trânsito em ambos os sentidos, numa ação que decorreu sem violência.

O protesto durou várias horas e levou à intervenção da polícia antimotim, que teve de retirar os manifestantes um por um e usar os bastões para impedir que reocupassem a via. Não há registo de feridos nem de detenções. Protestos semelhantes ocorreram noutras estradas na região de Tarragona, também sem registo de violência.

Ao final da tarde, o mesmo grupo convocou os apoiantes a "bloquear" a estação de Sants, em Barcelona, mas a mobilização ficou aquém do esperado, com os manifestantes a limitarem-se a dar várias voltas em redor da estação sob vigilância apertada da polícia de choque.

Já os independentistas radicais da CUP apelaram à "mobilização geral para paralisar o país" através da "desobediência civil não violenta" em protesto contra a detenção de Puigdemont, que se encontra sob custódia policial na Alemanha a aguardar a decisão do pedido de extradição feito pela Justiça espanhola.

De acordo com o seu advogado, Jaume Cuevilla, que ontem o visitou na cadeia de Neumünster, o líder catalão "sente-se com força e coragem para continuar a resistir" e "tem perfeita noção que pode passar um longo período na prisão". Puigdemont apelou ainda à unidade do soberanismo e deixou uma garantia: "Não me rendo na defesa dos meus ideais".

PORMENORES 
Polícias investigados
A Justiça espanhola abriu uma investigação contra dois agentes dos Mossos d’Esquadra, a polícia catalã, que seguiam com Puigdemont e outras duas pessoas no carro quando o líder catalão foi detido na Alemanha. Agentes podem ser acusados de encobrimento e omissão do dever de deter o líder catalão.

Ponsatí entrega-se hoje
A ex-conselheira catalã Clara Ponsatí, que está refugiada na Escócia e é alvo de um mandado europeu de detenção, prometeu entregar-se esta manhã à polícia escocesa, anunciou o seu advogado.
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