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Correio da Manhã

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Menina de 9 anos fica sem cabelo devido ao stress do confinamento para travar a Covid-19

Em solidariedade a mãe da criança também rapou o cabelo.
Correio da Manhã 16 de Novembro de 2020 às 21:57
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros
Tabitha já não tem os longos cabelos louros

A pequena Tabitha Clark Kelly, uma menina inglesa de nove anos, está a dar que falar após mostrar-se sem cabelo ao voltar á escola. A criança, de 9 anos, desenvolveu alopecia areata (uma doença autoimune) e ficou sem cabelo, e a mãe garante que foi devido ao stress que viveu durante o confinamento. É a própria que diz que estava "desejosa" de voltar à escola e "farta" de estar em casa.

Num programa de televisão a mãe da menina, Becca Gill, contou que começou a notar o cabelo da filha a cair logo em março. Dois meses depois, no início de junho, a menina já tinha peladas na cabeça. "Foi assustador, quando me disseram o que eu tinha eu fiquei cheia de medo e chorei muito. Estava horrível, parecia que algo muito mau me tinha acontecido", conta a pequena Tabitha.

Quando, em julho, já quase não tinha cabelo, a menina decidiu ser corajosa e quis rapar o cabelo. A mãe, para a encorajar, fez o mesmo. As duas tiveram a ideia de organizar uma angariação de fundos com a família e amigos, devido ao episódio e ainda juntaram mais de 500 euros para a Alopecia UK e para a The Little Princess Trust, que faz cabeleiras para crianças sujeitas a quimioterapia.

Os testes de sangue e dermatológicos não revelaram nada de anormal mas, segundo o Mirror, que ouviu especialistas, o ‘timing’ do caso parece coincidir com o aumento de stress da menina não poder ir à escola. A alopecia areata manifesta-se muitas vezes em situações ou episódios de stress extremo, como foi o caso do que Tabitha viveu no início do confinamento.

"Alguns doentes ligam-na a stress mental e físico, outros dizem que não está nada relacionado. Uns depois contam que o cabelo volta a crescer quando o stress passa, outros não voltam a ver cabelo durante meses, anos décadas ou mesmo nunca mais! A perda de cabelo é uma coisa difícil e stressante e quem sofre deve pedir ajuda", diz Amy Johnson, da Alopecia UK.

Tabitha viu o melhor lado da situação e, com o cabelo rapado, decidiu pintá-lo de azul "para dar um ar mais punk-rock", diz a menina divertida.

Entretanto já na escola, Tabitha diz que não teve vergonha de mostrar o novo look aos amigos, mas um "bocadinho de medo". Agora já desvaloriza: "Até acho que me fica bem", diz a menina inglesa.

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