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Correio da Manhã

Mundo
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Tensão marca início da cimeira do G20

Situação na Ucrânia e assassínio de Jamal Khashoggi ameaçam assinalar encontro.
Francisco J. Gonçalves 1 de Dezembro de 2018 às 01:30
Reunião do grupo dos países mais desenvolvidos e das economias emergentes com temas polémicos na agenda
Cimeira do G20 inaugurada em Buenos Aires com apelos à cooperação
Cimeira do G20 inaugurada em Buenos Aires com apelos à cooperação
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A cimeira do G20 que arrancou esta sexta-feira em Buenos Aires, Argentina, ficará marcada por temas polémicos da atualidade internacional. O aumento de tensões entre a Ucrânia e a Rússia, o homicídio do jornalista saudita Jamal Khashoggi e a guerra comercial entre a China e os EUA estão já a condicionar a agenda do encontro dos países mais industrializados e das economias emergentes.

O presidente Donald Trump cancelou a reunião agendada com o presidente russo, Vladimir Putin, devido ao ataque russo do passado domingo a navios ucranianos. O porta-voz de Putin, Dmitry Peskov, disse que o Kremlin lamenta a decisão, mas adiantou que os dois líderes poderão cruzar-se, apesar de tudo, num breve encontro informal.

Por outro lado, o facto de o príncipe saudita, Mohammed bin Salman, ser suspeito de ter ordenado o homicídio de Khashoggi está a deixá-lo à margem. Sinal disso foi ter sido relegado para um extremo do enquadramento na habitual foto de família dos líderes do G20.

Quanto aos encontros entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, antecipam-se escassos progressos na negociação das tarifas aduaneiras que envolvem os dois países numa guerra em risco de escalada. Por fim, outro polo de tensão dada a posição de Trump sobre o tema, são as mudanças climáticas.

Avião de Merkel faz escala devido a avaria
O Airbus A340 do governo alemão que levava a chanceler Angela Merkel para a cimeira do G20, na Argentina, foi forçado, na noite de quinta-feira, a fazer uma escala no aeroporto de Colónia-Bona devido a uma falha técnica.

A Força Aérea afirma que não há suspeitas de ato criminoso. "Foi uma verificação normal do equipamento de rádio que falhou", referiu a Força Aérea em comunicado, explicando que houve falhas de outros equipamentos.

PORMENORES 
Macron ameaça boicote
O presidente francês ameaça não assinar um acordo com a Mercosur se o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, retirar o país do acordo para o clima.

Investigar caso Khashoggi
Numa troca de palavras à margem do G20, o presidente francês alertou o príncipe saudita de que a investigação à morte de Jamal Khashoggi terá de contar com peritos internacionais.
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