A longo de 97 páginas, em oito capítulos e quase 300 parágrafos, a nova encíclica ‘Todos Irmãos’, do Papa Francisco, expõe muitos desafios. A orientação geral é promover a vontade de toda a humanidade à fraternidade e à amizade social. Entre as variadas reflexões sobressai o capítulo ‘A política melhor’ em que se aborda a necessidade de mudanças nos comportamentos e nas instituições. A questão também foi abordada pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa no seu discurso de ontem, na comemoração do 5 de Outubro, mas fixemo-nos na pessoa especial que é o Papa Francisco. De facto, quem é capaz, como ele, de denunciar os do seu próprio lado? Foi, no entanto, o que ele fez ao afirmar domingo, aos presentes na praça de São Pedro que “é feio ver quando as pessoas com autoridade na Igreja buscam os seus próprios interesses”.
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Por Carlos Rodrigues
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