Carlos Rodrigues
DiretorNoite de Champions é sempre um festim para os adeptos. No novo formato da competição, a última jornada é verdadeiramente especial, porque todos os jogos contam e muitas equipas deixam o destino para o derradeiro sopro. E ontem isso foi verdade absoluta, tanto para os sportinguistas como, sobretudo, para os benfiquistas. Do lado do Sporting, o percurso de sucesso da liderança de Frederico Varandas culmina num apuramento direto para os oitavos de final, algo que, no início da época, raros especialistas ousariam arriscar. O golo da vitória em Espanha, obtido já no final do jogo, representou um sucesso que é símbolo perfeito da recuperação do clube operada com este presidente aos comandos. Mas a magia suprema estava guardada para os benfiquistas. A eliminação estava certa e garantida até ao último lance do jogo. O treinador do Benfica, que vulgarizou o seu antigo clube ao longo de quase toda a partida, ainda teve o golpe de sorte de mandar o guarda-redes para o último lance, e foi dali que nasceu o que faltava para o incrível apuramento. Por momentos, voltou o José Mourinho da sorte, aquele que correu desalmado na linha do estádio em Manchester, a festejar um golo do FC Porto. O futebol é a verdadeira metáfora da vida. Nunca desistir. Lutar sempre. Lutar até ao fim. Procurar o sucesso até à exaustão. E assim foi.
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Por Carlos Rodrigues
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