Muitos dos que vivem obcecados em querer saber quais as alianças que o PSD poderá hipoteticamente fazer após as eleições se não conseguir governar sozinho são os mesmos que não se incomodaram com as alianças com a extrema-esquerda anti-europeia e anti-NATO que António Costa fez à socapa e de supetão depois de perder as legislativas em 2015. E são os mesmos que não se incomodam com a forte possibilidade de haver uma reedição da geringonça no futuro próximo, seja pela mão de Costa ou do seu putativo sucessor Pedro Nuno Santos. Compreende-se facilmente que o PS queira desviar para o líder social-democrata as atenções nessa matéria, numa intenção clara de o comprometer e condicionar, voltando a agitar o papão da extrema-direita em que assentou a estratégia eleitoral socialista das últimas legislativas, com os resultados que bem se conhecem. Mas sendo a táctica tão óbvia e descarada, porque é que os jornalistas não fazem a pergunta a Costa ou a Pedro Nuno Santos com idêntica insistência com que matraqueiam Luís Montenegro a cada entrevista?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
José Luís Carneiro deu um descomunal tiro no próprio pé.
O Partido Socialista acha que tem uma superioridade inata sobre todos os demais partidos
Seguro dispõe de capital poderoso: confiança e fiabilidade.
Marcelo foi um Presidente literalmente presente.
Luís Neves pode muito bem ser a pessoa certa no lugar certo no momento certo e no governo certo.
A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos