Chama-se PTRR (Portugal – Transformação, Recuperação e Resiliência), mas podia chamar-se outra coisa. O importante não é o nome, mas a mensagem e o conteúdo. A mensagem é clara: perante uma catástrofe que deixou uma parte significativa do país devastada e de rastos, impõe-se um plano verdadeiramente nacional e de grande abrangência para o reerguer. Esta é a primeira constatação que todos devemos interiorizar: a reconstrução não é um problema apenas dos municípios afetados, é uma missão coletiva. Por isso, nunca é demais enfatizar a dimensão nacional e solidária deste plano, e apelar à responsabilidade de todos. Em especial dos agentes políticos, para que não estraguem tudo com debates pueris e acessórios, que nada acrescentam. Igualmente importante é a abrangência das medidas que “cabem” neste plano. Ainda não se conhece que medidas serão essas, quanto custarão e como serão financiadas (o que já suscitou críticas). Mas a estratégia delineada é inatacável: acudir às situações urgentes o mais rapidamente possível, definir prioridades, aproveitar a reconstrução para fortalecer as infraestruturas críticas e transformar o país numa realidade mais segura e fiável.
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A estratégia delineada no PTRR é inatacável.
Será uma tarefa longa, demorada, como já se percebeu.
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Fazemos parte de uma realidade muito mais lata e complexa.
Passagem de Seguro à segunda volta é a vitória de um homem só.
Problema não está no que Cotrim diz, mas no que deixou de dizer.
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