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Luís Campos Ferreira

Luís Campos Ferreira

Défice sob vigilância

20 de abril de 2026 às 00:30

O risco de défice voltou ao centro do debate político. Num país com memória recente de ajustamentos duros, a palavra acende alarmes — e com razão. A disciplina orçamental continua a ser uma âncora de credibilidade externa e de estabilidade interna. Ignorá-la seria irresponsável. Mas amplificar o risco sem contexto também o é. A atual pressão resulta, em larga medida, de fatores externos: encarecimento da energia, instabilidade internacional e custos extraordinários associados a eventos climáticos. Não estamos perante um descontrolo estrutural das contas públicas, mas sim perante um ambiente exigente que testa a capacidade de resposta do Estado.O Governo tem sinalizado um objetivo claro: conter o défice em níveis reduzidos, preservando simultaneamente medidas de apoio à economia e às famílias. É uma equação difícil, mas não inédita. Exige rigor na despesa, seletividade nas prioridades e continuidade na captação de investimento.

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