Fatal como o destino, no mesmo dia em que a flotilha é intercetada e tripulantes são detidos, inclusive quatro portugueses a quem podemos acusar de santa ingenuidade mas não de falta de coragem física, há ataques a judeus. Ultimamente, talvez por a palavra circular tanto, dou comigo a pensar muito em genocídios. E a repetir uma ladainha cá muito minha: “Cuidado, um genocídio pode esconder outro.” Até porque devia ser fácil reconhecer que nunca é grande ideia demonizar gente. E convém não banalizar a mais terrorista das lógicas: “Eu queria maltratar A, mas não consigo acertar nele, logo vou atacar B.”
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Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Para combater as outras narrativas, o melhor ainda é recuperar uma velha narrativa.
Quando há dias o Sporting recuperou de três secos na Noruega, comovi-me.
Até a martirizada Ucrânia já vai a feiras de armamento, expor a sua indústria de drones.
Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
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