Celebramos agora o cinquentenário do primeiro filme da trilogia ‘O Padrinho’, considerado ‘o melhor filme de sempre’. Se é o melhor não importa muito. Para uns é, para outros não, e está muito bem assim. Mal iria o mundo se houvesse um filme que fosse mesmo ‘o melhor’, significaria que os outros não prestavam. Isto é como o Nobel do Saramago: sim, a roupa e a honra ficam-lhe muito bem, mas também assentariam a Herberto Hélder, Ana Hatherly, Sophia, Agustina, Cardoso Pires, Aquilino Ribeiro. E tantos mais. Calhou ao bom marido da Dona Pilar. Parabéns. Que a glória ilumine a sua obra, mas que não sirva para obscurecer outras.
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