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Rui Zink

Rui Zink

O conto do merceeiro

21 de junho de 2024 às 00:30

Há muitos anos, havia uma mercearia perto de mim e o dono fazia sempre contas de cabeça, nunca no papel. Eu suspeitava que ele talvez uma vez ou outra me enganasse no preço, mas não queria acreditar nisso. Afinal éramos vizinhos, e manda a regra do bom negócio nunca tratar mal os clientes habituais. Ainda assim, havia ali umas variações nas contas, umas flutuações, mas por preguiça e pudor nunca as aprofundei. A ser verdade, tratar-se-ia apenas de tostões, presumi, e o merceeiro era tão simpático que não valia a pena correr o risco de o melindrar, ao exprimir que desconfiava dele. Assim, ia deixando andar.

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