Adeus
Pode parecer risível querer alguém contrapor-se ao devastador tsunami de radicalismo que nos submerge.
Manuel S. Fonseca
EditorPode parecer risível querer alguém contrapor-se ao devastador tsunami de radicalismo que nos submerge.
No evangelho segundo Mithá, André Narciso Ventura, com uma voracidade canibal, mastiga e engole o colectivo.
O horizonte da carnificina é uma constante da história humana.
A natureza fascista (sem aspas) do Hamas será sempre fonte de sofrimento e de privação de liberdade para o povo palestiniano.
Ninguém tinha afrontado Ventura dando-lhe a comer da mesma sopa azeda que serve aos adversários.
A acusação de Trump aos desgraçados que ceifa é a mesma acusação que usaram os radicais «woke»: acusa-os de «discurso de ódio».
Quando um tiro de carabina mata o homem livre que fala, até um triste tipo como eu ganha asas.
Um desafio: esta guerra já teria parado se o Hamas tivesse libertado, sem condições, os reféns.
As renováveis precisam de backup, o nuclear é o melhor que podem ter.
É altura dos nossos prestáveis activistas descerem a Avenida da Liberdade.
Há 86 anos, em Moscovo, a Europa viveu um histórico dia da vergonha.
O desejo é amoral e mesmo anti-moral. Na mulher também, garante Marilyn.
Se isso não é organização, chamamos-lhe o quê? Camões pensou e planeou uma obra-prima ao cagagésimo de pormenor.
Teremos em Portugal compositor para tanto?
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